Sussurra-me e faz-me dançar, eu vou emprestar-te as palavras. Hoje não as sei dizer, sei-as sentir. Ouves o meu silêncio? Deixa-me chover. Só hoje. Abraça-me. Sussurra-me. Ama-me. Calor.Suor.Silêncio.
Chova, desague para a sorte boueaberta daquele que te ama. Emita relâmpagos sussurrados e rasgue o céu da boca em amostras. Regue sementes de paz por canteiros do amor alheio e chova. E quando vier a estiagem de si mesma, acolha os amores brotados nas sombras das castanheiras de seus olhos bonitos demais.
federico garcia lorca / malaguenha
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A morte
entra e sai
da taberna.
Passam cavalos negros
e gente sinistra
pelos fundos caminhos
da guitarra.
E há um cheiro a sal
e a sangue de fêmea
...
Um ano a dois
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conquistando aos poucos e que, hoje em dia, me dá todas as certezas.Quando
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*19 de Junho de 2007 *
*Envolvendo-me dentro de minha essência...Faço de mim própria um segredo,
um caminho, uma concretização!Sou mulher que se desenha ...
ESSE LIVRO ÉS TU !
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entre os livros lidos
por mim folheados
há um sem palavras
que ambicione ler,
esse livro és tu !
letras invisiveis
em codificadas folhas,
chaves misterios...
Fim
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Acabou.
Sim, vou deixar de fazer Sumo de Kiwi.
Este é o meu último texto. Vou escrevê-lo sem fazer correcções: o que sair
é o que fica. E sinto que vai fi...
2 comentários:
Chova, desague para a sorte boueaberta daquele que te ama. Emita relâmpagos sussurrados e rasgue o céu da boca em amostras. Regue sementes de paz por canteiros do amor alheio e chova.
E quando vier a estiagem de si mesma, acolha os amores brotados nas sombras das castanheiras de seus olhos bonitos demais.
Boa sorte!
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é no silencio
dos sussurros,
que as palavras dançam,
os desejos . . . á chuva,
,
conchinhas, deixo,
,
*
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