domingo, 10 de agosto de 2008

Sufoco de madrugada


Ontem, de madrugada, pediste-me o meu coração.

Quando te neguei tal oferta, choraste, choraste tanto... Que com os olhos cheios de lágrimas nem reparaste que te dei a minha alma, enquanto imploravas pelo meu coração ardente.

O meu coração, esse pobre vagabundo que corre o mundo sem par nem destino, nada vale...

A minha alma... Oh minh'alma desesperada e pura, essa era a minha fortuna, e tu nem viste, ontem de madrugada...

1 comentário:

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