domingo, 8 de junho de 2008

Sou

Sou uma voz sem rosto,
querendo soltar um grito.
Sou um sorriso imposto.
Sou um fantasma, sou um mito.

Sou uma lembrança vaga,
de uma passado que ficou.
Sou doce e sou amarga.

Sou a brisa que passou

Sou o arrepio.
Sou um oceano cheio,
Sou o vazio.

Sou tudo e sou nada.
Sou o dia.
Sou a noite de madrugada.

1 comentário:

Hugo disse...

Simplesmente único... adorei!
Talento não te deve faltar, continua a escrever que terás um leitor atento a seguir-te as passadas.

Um futuro risonho, com sucesso e felicidades.

Hugo